domingo, 29 de janeiro de 2012

CAMINHOS DA ECOLOGIA - IMBITUBA E LAGUNA

Trilhas Baleias e Golfinhos

As atividades são desenvolvidas dentro da APA – Área de Proteção Ambiental da Baleia Franca, região privilegiada por uma grande diversidade de ecossistemas e belas paisagens.


COMPROMISSO COM A NATUREZA

A preservação das áreas naturais onde acontecem os passeios de Observação não Letal de Baleias é de fundamental importância para a qualidade de vida do ser humano. Nosso compromisso é trabalhar dentro dos princípios de conduta consciente em ambientes naturais.

INFORMAÇÕES

  • Todas as trilhas possuem duração de 2hs e grau de dificuldade leve.
  • Os passeios incluem traslado de ida e volta, guias especializados em ecoturismo.
  • Levar roupa informal (calça larga, bermuda, camiseta, agasalho, sandália tipo papete ou tênis).
  • Levar máquina fotográfica, filmes, pilhas e baterias.
  • Saídas garantidas com o mínimo de 03 PAX e o máximo de 12 PAX.
  • Programação sujeita a alterações de acordo com as condições climáticas.

TRILHAS EM IMBITUBA - BERÇÁRIO DAS BALEIAS

TRILHA VERMELHA - A partir da praia do Rosa, percorrendo o promontório rochoso do Rosa Norte, chega-se na bucólica praia Vermelha





TRILHA DO REI – Caminho dos índios, usado pelos jesuítas e percorrido pelo Imperador D. Pedro, durante a visita ao Sul do Brasil. Partindo do alto do Morro Rosa, passando pelo Túnel de Árvores, chega-se à praia do Luz e em seguida na Barra de Ibiraquera.





TRILHA DO LUZ – Caminhada a partir do Canal da Barra de Ibiraquera, passando pela ilha do Batuta, inicia-se uma subida no promontório do Luz, com parada no mirante da baleia. O percurso reserva uma agradável surpresa da exuberante Baía do Rosa.





TRILHA D’AGUA – Inicia-se pela praia do Porto, passa-se pelo Farol Catalão, parada na praia D’água, continuando a caminhada, chega-se na romântica Prainha da Ribanceira.







TRILHA SANTANA - A partir do Canto da Vila, percorre-se o costão com vegetação endêmica e visual das Ilhas Santanas, passa-se pelo Ponto de Cruz; Túnel de Árvores e Toca do Pirata, chegando ao Rochedo do Farol. Retorna-se pela Ossada da Baleia , com panorâmica da Baía de Imbituba com seu Porto particular.





TRILHA DO SURF – Saída de Itapirubá Sul, subindo o promontório da Caixa D’água com parada no Mirador das Pedras, panorâmica das ilhas Araras e Itacami. Continuando a trilha até as Furnas da Ponta de Itapirubá





TRILHAS EM LAGUNA – SANTUÁRIO DOS GOLFINHOS


TRILHA DOS GOLFINHOS – Após cruzar o Canal da Barra, inicia-se uma caminhada por meio de vegetação da Mata Atlântica até culminar na semi-virgem, paraíso dos surfistas e enamorados, Praia do Gravatá. Retorno pelo Tamborete visualizando-se o Farol da Barra.






TRILHA DO FAROL – Saída da Prainha, percorre-se uma trilha costeira, de onde se avista o Sambaqui do Morro do Céu e as dunas da Praia Grande. Após a Igrejinha, circunda-se o Farol de Santa Marta. Retorna-se pela Gruta de Iemanjá.






TRILHA DO SOL – Percorrendo 8 km de praia deserta, chegando a ponta do GÍ, um lugar bucólico e misterioso, de onde se caminha por uma pequena trilha até o Altar pré-colombiano da Pedra do Frade, deslumbrando-se a praia do Sol e ilhas dos Lobos e Araras





O Ecoturismo é uma atividade que busca valorizar as premissas ambientais, sociais, culturais e econômicas conhecidas de todos nós, e inclui a interpretação ambiental como um fator importante durante a experiência turística.



Whale Watching

O Turismo de Observação de Baleias, é uma das atividades econômicas sustentáveis que vem crescendo no mundo inteiro, e em Santa Catarina (Imbituba), é uma alternativa de uso não-letal das baleias.
Na APA da Baleia Franca, essas modalidades de turismo são obrigadas por lei a terem um caráter eminentemente educativo à atividade e manter registro atualizado no IBAMA.
É praticado com respeito às normas legais, trazendo beneficios diretos às comunidades que auxiliam na proteção das baleias
Divulgar o Whale Watching contribui para a conservação da espécie e educação do público.

Salvem as Baleias! Elas são o simbolo de renovação da VIDA

Texto extraído do Guia do Visitante ( PBF) , e adaptado pela AGTA.



RESERVAS E INFORMAÇÕES
AGTA – Associação dos Guias de Turismo da Área de Proteção Ambiental
Fone: 48 99776352
e-mail: jcvtur@hotmail.com
roteiro.sul@hotmail.com
cetaceotur@gmail.com

sábado, 28 de janeiro de 2012

Perca o privilégio de pensar pequeno



Dizem que quem vê uma baleia perde o direito de pensar pequeno.
A imagem do mamífero remete qualquer um ao mundo distante, com cenário de sonhos, das histórias de marinheiros, seja literatura juvenil, seja enredo de filme, ou metáforas bíblicas na reflexão de Jonas.
Os olhos custam a acreditar na cena do borrifo soprado pelas narinas, que para muitos parece não existir de verdade, equivocadamente guardada na memória junto com dinossauros, fadas e mil milhas submarinas. Mas é tudo verdade: as baleias estão aqui. E em número maior a cada ano! A notícia é boa e mostra que as baleias francas estão cada vez mais à vontade no litoral catarinense e confirmando que o Imbituba virou uma imensa maternidade.


A exibição mais espetacular fica a cargo dos filhotes que, como qualquer criança, pulam em volta da mãe, se esbaldam de barriga para o sol, sacodem a cauda e as nadadeiras peitorais para fora d'água e, em momentos de euforia explícita, premiam os observadores com saltos e acrobacias aéreas. Observar esse início de convivência entre mãe e filhote é particularmente gratificante.. Entre os cetáceos, a baleia franca é a espécie que mais se aproxima do litoral, chegando às vezes até a rebentação das ondas, nas praias, ou a poucos metros dos rochedos, nos costões.


Diferente dos monstros retratados e descritos por contadores de história, a baleia franca é um animal dócil, que não abocanha peixes grandes nem marujos. Quando está em águas brasileiras, nem mesmo come, vive das reservas de gordura acumuladas nos meses de verão. Ao se alimentar, na Antártica, nada lentamente com a boca aberta e expõe as barbatanas internas, que funcionam como filtro ao captar o alimento próximo da superfície da água. Seletiva, ela prefere o krill e outros pequenos organismos marinhos.
Em águas brasileiras, as baleias às vezes são flagradas de boca aberta, porém acredita-se que esse comportamento esteja relacionado à necessidade de termo-regulação. O animal procura diminuir a temperatura do corpo expondo o tecido ricamente irrigado do céu da boca. Um momento de rara beleza, nada ameaçador.. Na verdade, em 400 anos de confronto com o arpão, elas sempre foram às vítimas.Durante muito tempo, inclusive, a espécie também foi chamada de baleia 'certa', por ser a ideal para matar: curiosa, pouco ou nada arisca, e fácil de ser avistada e alcançada no mar, ela se tornou a presa preferencial dos baleeiros.


Hoje, a baleia franca é Monumento Natural do Estado de Santa Catarina e a maioria das pessoas já percebe que uma baleia vale muito mais viva do que morta. Ainda é possível a um ou a poucos cidadãos fazer muito, mas muito mesmo, pela Natureza nesse País. Desde que se tenha determinação. Ainda há muito por fazer, as baleias estão longe de estar salvas em definitivo. O turismo de observação é uma ferramenta importante de conscientização, preservação e conservação.
Salvem as Baleias, divulgue, propague.
Elas agradecem.


Quem conhece Ama
Quem ama Preserva
Divulgar é preservar.



Baleias dão show no litoral de Santa Catarina

Conforme estatísticas do Projeto Baleia Franca, somente nas últimas duas semanas foram mais de 200 observações da espécie em águas catarinenses. São esperadas cerca de cem baleias em 2010, de acordo com informações da equipe. Leia mais...


AVISTAGEM DE BALEIAS EM IMBITUBA

Trilhas, Baleias e Golfinhos
AGTA- Associação de Guias da APA
Julio Cesar Vicente
Email:jcvtur@hotmail.com
Fone:(48) 9977-6352 - 9948-2224
Reservas: roteiro.sul@hotmail.com

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

EDUCAÇÃO, HISTÓRIA E CONSCIENTIZAÇÃO AMBIENTAL

ARMAÇÕES BALEEIRAS

Desde o século XVIII, as Armações Baleeiras, cujo nome ainda se perpetua em localidades do litoral catarinense, depredavam as baleias que visitavam a costa para procriar e amamentar seus filhotes.
Como ficam a apenas 30 m da praia, as francas eram presas fáceis para os caçadores. Depois de mortas, eram rebocadas para a praia e retalhadas, seus pedaços iam direto para os reservatórios das estações baleeiras, para extração do óleo, que sevia como ingrediente dos lampiões que iluminavam as grandes cidades, tambem usados nas argamassas utilizadas em casas e prédios púlicos. Outras parte do animal eram aproveitadas na produção de objetos como espartilhos, pentes, velas e na industria de cosméticos, os restos eram triturados e vendidos como farelo para animais.
As baleias sustentaram o desenvolvimento de muitas cidades litoraneas do Brasil Colonia.






MUSEU DA BALEIA

O museu é o único dedicado às baleias na America Latina, tenta reproduzir as instalações da época, onde o visitante observa o funcionamento das máquinas que processavam a gordura das baleias, vê fotos e objetos daquele periodo e assiste videos de entrevistas com os ultimos caçadores de baleias.
O principal objetivo é resgatar a história da baleia durante o periodo da caça indiscriminada desses animais.




CENTRO NACIONAL DE CONSERVAÇÃO DA BALEIA FRANCA= CNCBF

Já o CNCBF conta a segunda parte dessa história, com mapas, fotos, objetos, mostras de videos, palestras e um observatório de onde se avistam os animais a olho nú.Tambem é a base do PBF- Projeto Baleia Franca, que se dedica as baleias vivas, com pesquisas, monitoramentos e projetos de conscientização e educação para a preservação da espécie.

Hoje protegidas, passaram visitar com mais frequencia e em maior número os mares de Santa Catarina. A visão de uma femea com seu filhote próximo a praia, deixou de ser motivo apenas de surpresa, transformou-se num momento de reflexão, de CELEBRAÇÃO À VIDA.
A simples presença em nossas águas nos oferece outro tipo de produto, muito mais valioso e útil que o óleo que abasteciam lampiões e erguiam construções, o Whale Watching.


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